Melasma são manchas escuras que aparecem na nossa pele, especialmente no rosto e tendem a piorar após a exposição ao sol.
O melasma é uma hipermelanose — ou seja, uma produção excessiva de melanina (o pigmento que dá cor à pele) em determinadas áreas. Ele se manifesta como manchas escuras ou acastanhadas, geralmente de contornos irregulares, que aparecem com mais frequência nas “zonas de exposição”: bochechas, testa, buço e nariz.
É mais comum em mulheres, porém também pode afetar os homens.
Para nós, mulheres maduras, o melasma é frequentemente uma resposta acumulada da pele aos anos de exposição solar e às oscilações hormonais que vivenciamos.
A causa é genética, mas nem sempre familiar. 15% é hereditário. Por serem mais comuns no rosto podem gerar um problema para a autoestima e qualidade de vida de muitas pessoas.
Fatores de risco para surgimento do Melasma:
O melasma é multifatorial. Aqui estão os principais vilões:
- Ser mulher em idade reprodutiva – nós, mulheres, representamos aproximadamente 90% do total dos casos de melasma conhecidos.
- Pessoas com tom de pele mais escuro – as africanas e afrodescendentes, indianas, hispânicas e asiáticas são mais propensas a contrair melasma por possuírem mais melanócitos ativos para a produção de melanina (pigmentação da pele)
- Radiação Ultravioleta (UV): Este é o gatilho número um. Mesmo com filtro solar, a luz visível (aquela das lâmpadas e telas de computador) pode estimular o melanócito (a célula que produz cor) a trabalhar em excesso.
- Hormônios: As flutuações hormonais são grandes responsáveis. Gravidez, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal e até mesmo o período de transição para a menopausa podem “acordar” o melasma.
- Genética: Se a sua mãe ou irmãs têm, a chance de você ter é bem maior. É uma herança que preferíamos não receber, mas que faz parte da nossa biologia.
- Inflamação da pele: O uso de produtos muito agressivos, esfoliações excessivas ou até cicatrizes de acne podem deixar a pele sensível e propensa a manchas.
- Disfunção da tireoide – podem contribuir para o surgimento do Melasma devido a alterações hormonais causadas pela disfunção, sendo que o hormônio tireoidiano atua diretamente na pele.
Evitando os gatilhos:
- Protetor solar: Para evitar os gatilhos que disparam o surgimento do melasma, use a proteção solar regularmente, pelo menos 3 vezes ao dia, ou a cada hora se estiver exposta ao sol, com FPS de no mínimo 30.
- Protetor solar contra os raios ultravioleta A (UVA) e ultravioleta B (UVB). O filtro ajuda a estabilizar os benefícios do tratamento.
- Suspender a pílula e reposição hormonal, se for o caso. Confirmar com seu médico.
- Roupas e acessórios: Use chapéus de abas largas, óculos de sol e roupas que protejam a pele do sol.
- Evite o sol: Fique na sombra, especialmente durante as horas de maior intensidade solar, entre 10h e 16h.
Alguns tratamentos para o melasma
É importante saber que os tratamentos podem ajudar a amenizar ou até eliminar as manchas, mas não a doença que é crônica.
A dermatologista Dra Raquel Machado reforça que tratar o Melasma exige disciplina e paciência. Ela inclusive sofre com o melasma e gosta de associar o tratamento tanto para ela como para suas pacientes, com o laser chamado Spectra e Ácido Tranexâmico injetável.
Verifique com seu médico o tipo de tratamento mais adequado ao seu caso. O melasma não é cancerígeno, mas manchas na pele podem ter diversos significados.
Fique atenta à prevenção; use regularmente o protetor solar. No caso do surgimento de alguma mancha escura na pele, procure imediatamente o seu dermatologista!
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Time Estilo 5.0+
Fontes:
https://www.sbd.org.br/doencas/melasma/
https://www.tuasaude.com/cloasma/
https://www.eucerin.com.br/sobre-pele/indicacoes/hiperpigmentacao-melasma
https://carenb.com/blogs/beauty-journal/melasma-sintomas-causas-tipos-e-tratamento
Vídeos
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