Nossa criança interior e a influência na fase adulta. Vamos saber?

Nossa criança interior e a influência na fase adulta. Vamos saber?

“Não importa o que fizeram com você, importa o que você faz com o que lhe fizeram. Eis a chave para a cura das feridas emocionais.”
Márcia Inês Coelho, terapeuta e Coach emocional.

Todos nós carregamos histórias e memórias da nossa infância. Lembranças alegres, de brincadeiras, espontaneidade, sonhos e muita folia.

Mas também trazemos histórias e experiências nem tanto agradáveis. Tenham sido elas reais ou de como as interpretamos.

A ausência dos pais, o bullying na escola, a sensação de insignificância, a solidão, o isolamento, os abusos e até a frustração por não ter tido acesso aos nossos objetos de desejo.

No livro “Acolhendo sua criança interior”, a psicóloga alemã Stefanie Stahl afirma que os primeiros anos de vida são muito importantes na nossa vida porque é nesse período que se forma a estrutura cerebral e com todas as redes neurais e sinapses. Daí lembrarmos das experiências com as pessoas mais próximas; ficam gravadas em nossa mente.

Criança interior é um termo que surgiu na psicologia analítica e representa a forma como cada um elaborou e internalizou os acontecimentos na vida.

Duas irmãs gêmeas podem ter tido as mesmas experiências, mas cada uma absorveu de um modo diferente.

Mas é através dessas experiências da infância que vemos o mundo hoje.

Seguindo com a explicação de Stefanie Stahl, em seu livro chama a criança interior de criança-sombra. E afirma que é preciso enxergar o nosso lado sombrio para que as emoções reprimidas não ajam em nosso subconsciente.

“O problema é que a criança-sombra é como uma criança real: quanto menos atenção recebe, mais atenção quer; se lhe damos a atenção devida, ela fica satisfeita e vai brincar sozinha por um tempo” escreve em seu livro.

Ao entender que na nossa infância só recebemos das pessoas o que elas podiam dar, nos ajuda a entender melhor a se libertar do passado.

Segundo a psicóloga e educadora parental Laura Rath, que abordou o tema em entrevista para a revista Vida Simples, “seguimos pensando, sentindo, e, sobretudo, reagindo a partir da criança que fomos”. (Revista Vida Simples- edição249- Cure a sua criança interior).

E como nos libertar do passado, perdoar e seguir em frente?

Esse processo de acolhimento e libertação das nossas dores do passado pode acontecer com o apoio da psicologia; com um terapeuta sensível e experiente.

Escrever, falar a respeito, buscar auxílio profissional são algumas dicas que a psicóloga Laura Rath nos dá para ajudar a reconhecer e validar a nossa história.

“Quando era criança, fui vítima, agora sou adulta e responsável pelo que vou fazer com o que aconteceu comigo; é hora de nos apropriarmos do caminho da transformação que queremos trilhar”, recomenda.

No livro “Acolhendo sua criança interior”, Stefanie Stahl escreve:

“Somente quando conhecemos nossa criança interior e a acolhemos é que nos abrimos para descobrir os profundos anseios e cicatrizes que trazemos dentro de nós. Só então podemos vir a aceitar esse lado ferido de nossa alma e começar a curar parte dele.”

Assim fortalecemos nossa autoestima e a criança em nós finalmente tem a chance de encontrar um lar. Esse é um pré-requisito para construirmos relações mais tranquilas, amigáveis e felizes e para conseguirmos encerrar relações que não nos fazem bem ou até nos adoecem”…

“Seu lar é onde você pode ser você mesmo. Lar significa familiaridade, acolhimento e segurança. Lar significa pertencimento. Se construo um lar em mim mesma, então eu pertenço – estou ligada a mim e a outras pessoas. A vida é isso.”

Livro: Acolhendo sua criança interior: Uma abordagem inovadora para curar as feridas da infância –  Stefanie Stahl (Autor)

Acolhendo sua criança interior

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Em outra fonte, a terapeuta Márcia Inês Coelho, nos apresenta:  “Aprenda a rematernar as suas feridas emocionais” em 6 passos:

  1. Validar os seus sentimentos e emoções em vez de julgá-los.
  2. Usar uma pergunta que o conecte com o seu sentir.
  3. Aprender a ser gentil consigo mesmo.
  4. Priorizar a sua saúde mental e emocional, em vez de se preocupar em agradar a todos.
  5. Comemorar as suas conquistas (mesmo as mais pequenas).
  6. Desenvolver uma disciplina compassiva.

Acesse a matéria da Márcia Inês Coelho na íntegra: https://vidasimples.co/colunista/aprenda-a-rematernar-as-suas-feridas-emocionais/#amar-se-a-si-mesmo

Separamos alguns vídeos que podem ajudar na sua reflexão:

Acesse:

3 técnicas da Louise para a cura da criança interior | Rê Fornari – Método Louise Hay- 15:09

Meditação guiada – | Curando sua Criança Interior- Camila Zen – 21:04

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