Cuidados com os olhos na maturidade. Visão para toda a vida

A importância do cuidado com os olhos na maturidade

A maturidade traz a conquista de uma vida longa e o cuidado com a saúde nos permite desfrutar com qualidade.

Cuidar da saúde com os olhos é fundamental para termos uma boa visão para toda a vida.

Após os 50 anos, é importante que as visitas ao oftalmologista sejam mais frequentes para prevenir eventuais problemas oculares antes que aconteçam.

Para nos esclarecer sobre esse tema tão importante, Cintia Yamamoto fundadora da Estilo 5.0+, convidou o Prof. Dr. Rubens Belfort Neto – Oftalmologista e Professor para conversar e nos orientar sobre a saúde dos olhos na maturidade.

Perfil do Prof. Dr. Rubens Belfort Neto

Formado em Medicina pela Santa Casa de São Paulo e em Oftalmologia pela Escola Paulista de Medicina. Tem doutorado e pós doutorado pela UNIFESP.

É especialista em Oftalmologia pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia e também foi treinado nos centros mais importantes de oncologia ocular no Brasil e no Exterior, como por exemplo, na UNIFESP, na McGill University em Montreal, Canadá, nos Estados Unidos, no MD Anderson Câncer Center, no Texas, na Cleveland Clinic, em Ohio e

O Dr Rubens é Sócio proprietário da Clínica Belfort, uma das mais conceituadas do Brasil e faz parte da 4a geração de professores pesquisadores com mais de 100 anos de experiência em oftalmologia.

Foi Presidente da Sociedade Panamericana de Oncologia Ocular, Chefe do setor de oncologia ocular do Departamento de Oftalmologia da UNIFESP e professor convidado em congressos na América Latina, Estados Unidos, Canadá, Europa, Ásia e Índia.

Ministra aulas de oftalmologia e oncologia ocular para médicos de todo o Brasil.

É membro da Sociedade Internacional de Oncologia Ocular, Academia Americana de Oftalmologia, Sociedade Brasileira de Cancerologia, Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo, da BIOPSY e da ARVO (Association for Research in Vision and Ophthalmology).

Exerce atividade voluntária no setor de Oncologia Ocular da UNIFESP e no Centro de Oncologia Ocular do Amazonas, como secretário da Associação Pan-Americana de Oftalmologia

Entendendo as principais modificações com os olhos na maturidade

O Prof. Dr. Rubens explica que a partir dos 40 anos a mudança mais importante é a presbiopia. A pessoa começa a ter um pouco de dificuldade de enxergar para perto com a lente que costuma usar para longe. Ele destaca que uma das queixas mais comuns no consultório é a indignação de pessoas em torno de 43 anos que reclamam ter dificuldades para enxergar de perto.

O nome científico é Presbiopia, a baixa de visão para perto (para leitura) depois dos 40 anos. Alguns também chamam isso de “braço curto” ou “vista cansada”. Precisa empurrar um pouco o texto para conseguir ler. E a pessoa começa a precisar de óculos para perto.

Prof. Dr. Rubens continua esclarecendo que os que têm miopia enxergam bem de perto. Mas os hipermetropes e aqueles que não usam óculos de longe precisam de óculos de leitura. No começo ou no final do dia, quando está mais cansado, com as letrinhas muito pequenas.

Essa dependência dos óculos vai crescendo progressivamente até os 55 anos, quando estabiliza. Normalmente, nessa idade a pessoa já usa óculos para longe, para perto e muitos optam pelo óculos multifocal.

Essa é a mudança que todo mundo sente.

Outra mudança é que com a idade o olho começa a ficar mais seco, um pouco mais de pele sobrando na pálpebra e é muito comum que as pessoas façam aquela microcirurgia plástica chamada blefaroplastia para remover esse excesso de pele. A tendência é que o olho vai ficando pequeno e a pessoa sente a pele pesando sobre os cílios, e isso tudo é super comum.

Mas os óculos que ele mencionou acontece com todo mundo. Enquanto que a secura dos olhos, essa pele que sobra na pálpebra e daí as doenças propriamente ditas, como catarata e glaucoma chegam um pouco mais para frente.

O Dr. Rubens comenta que, com relação a blefaroplastia, muitas pessoas perguntam se devem procurar um oftalmologista ou um cirurgião plástico para fazer esse procedimento e ele esclarece que é uma área com ótimos cirurgiões plásticos e também ótimos médicos oftalmologistas que estudam um tempo a mais e se especializam nisso.

A Clínica Belfort do Prof. Dr. Rubens conta com uma especialista nesta cirurgia que é muito comum e alguns orientais aproveitam para ocidentalizar um pouco o formato do olho o que também está na moda.

Vamos falar sobre a estratégia da monovisão

Monovisão é uma estratégia de tratamento da presbiopia para manter a visão de um olho que enxerga longe e outro que enxerga perto. Com isso a pessoa consegue trabalhar, estudar e fazer tudo e sem óculos.

Como quase todas as pessoas têm um olho dominante sobre o outro, através da monovisão é corrigida a visão desse olho dominante para ver ao longe, enquanto o outro é intencionalmente deixado míope para que possa ver melhor de perto.

Prof. Dr. Rubens explica que a monovisão ajuda a manter ambos os olhos funcionando e a pessoa pode ver bem a longa e curta distância, combatendo o problema da presbiopia. As pessoas conseguem fazer tudo, estudar, trabalhar, dirigir automóvel, os Médicos operam, tudo sem óculos. Uma estratégia de super sucesso e que funciona melhor nos míopes que fazem muito o uso de lentes de contato.

Ele continua esclarecendo que mesmo depois da cirurgia para catarata, onde é escolhido o grau que vai deixar no olho do paciente. Basicamente são 2 tipos de lentes. A lente multifocal, que deixa o paciente independente dos óculos, mas ele não fica com a visão de 100%. Ou a lente monofocal ou monovisão, que é muito indicada, onde o paciente fica com um olho para longe e outro para perto.  A mesma estratégia que é feita com a lente de contato, mas numa cirurgia definitiva para catarata que funciona super bem, segundo o Prof. Dr. Rubens Belfort Neto.

Quais são as doenças oculares mais comuns na maturidade?

O Prof. Dr. Rubens destaca que a incidência de algumas doenças oculares aumenta com a idade. Ele reforça que não é o caso da presbiopia porque vem pra todos.

1. Glaucoma

O glaucoma, aumento da pressão no olho que machuca o nervo ótico. O Prof. Dr. Rubens lembra que pelo menos uma vez por ano a pessoa deve visitar o oftalmologista e medir a pressão do olho.

Ele reforça que a pressão do olho é igual a pressão no sangue. A pessoa só sente o sintoma se a pressão estiver muito alta ou a doença muito avançada. É igual a diabetes com o índice elevado de glicemia no sangue e a pessoa nem percebe.

Quando a pressão do olho sobe e isso não é tratado, machuca o nervo. E depois de anos desse machucado vai ter alteração no campo visual e essa doença se chama glaucoma. Com a idade, o risco de a pessoa ter glaucoma, aumenta.

Destaque: dia 26 de maio é o Dia Nacional do Combate ao Glaucoma, problema que afeta a visão e atualmente atinge cerca de 900 mil pessoas em todo o Brasil.

2. Catarata

A catarata é a doença dos olhos em que a visão fica opaca. “Todo mundo vai ter se não morrer antes. Algumas pessoas terão aos 60, outras aos 70.” Enfatiza o Prof. Dr. Rubens

É difícil uma pessoa com 80 anos que não tenha tido as cataratas já operadas. Hoje em dia tende-se a operar a catarata antes que ela piore muito. A técnica e a tecnologia de cirurgia de catarata mudaram muito.

No passado, a pessoa ficava cega por causa da catarata e o médico reabilitava. Mas hoje quando a catarata começa a atrapalhar a visão da pessoa, já recomenda a cirurgia para devolver a transparência dessa lente dentro do olho que vai ficando opaca, com a vantagem adicional de colocar o grau dos óculos na lente que substitui o cristalino natural.

Os pacientes até ficam animados porque a catarata melhora a visão e elimina ou diminui a dependência dos óculos. É uma coisa muito boa, comenta o Prof. Dr. Rubens.

Há grupo grande de doenças que podem afetar a retina, esclarece o Dr. Rubens. No fundo do nosso olho, a retina é responsável por transformar a luz num impulso que o cérebro entende e permite enxergar.

Algumas doenças do corpo podem afetar a retina. Por exemplo, a diabetes prolongada por mais de 10 anos e mau controlada no sangue pode afetar a retina. Normalmente a pessoa fica diabética aos 40, mais 10 anos de doença, vai acabar afetando a pessoa lá pelos 50, 60 anos.

3. Doenças que podem afetar a retina

Existe um grupo grande de doenças que podem afetar a retina, esclarece o Prof. Dr. Rubens. No fundo do nosso olho, a retina é responsável por transformar a luz num impulso que o cérebro entende e permite enxergar.

Algumas doenças do corpo podem afetar a retina. Por exemplo, a diabetes prolongada por mais de 10 anos e mau controlada no sangue pode afetar a retina. Normalmente a pessoa fica diabética depois dos 40 anos, mais 10 anos de doença, vai acabar afetando a pessoa lá pelos 50, 60 anos.

Outra doença é degeneração macular relacionada a idade que é uma doença que afeta a mácula, o centro da visão, esclarece o Prof. Dr. Rubens.  Quando a pessoa tem um problema macular, aparece uma mancha no centro da visão. Não fica cega, mas dificulta para reconhecer a face, ler, assistir tv, acaba tendo um impacto ruim na qualidade de vida. Começa a aparecer aos 55 anos de idade.

Uma das especializações do Prof. Dr. Rubens é sobre Câncer Ocular, que felizmente, é uma doença mais rara que afeta 5 pessoas por milhão por ano, segundo ele.

“Hoje em dia a população está aumentando muito. Minha mãe vem de uma cidade bem pequena, Ibitinga, a capital do bordado. Lá vai demorar 10 anos para uma pessoa ter um câncer de olho. Mas numa cidade grande como São Paulo, com 18 milhões de habitantes, 5 por milhão por ano, já são quase 100 pacientes só em São Paulo que podem vir a ter esse tipo doença. E se pensamos em Brasil e na América do Sul, muitos países não têm esse tratamento tão especializado porque são tão pouco frequentes que não vale a pena os hospitais montarem essa infraestrutura. Atendemos aqui pessoas do Peru, do Equador, do Paraguai, do Uruguai, acaba sendo um número maior com essa doença, mas graças a Deus é uma doença infrequente” finaliza o Dr. Rubens.

Cuidados para manter a saúde dos olhos na maturidade

O Prof. Dr. Rubens detalha alguns cuidados para manter a saúde dos olhos na maturidade:

  1. Visita periódica ao Oftalmologista – “Ir no Oftalmo é importante. Ele vai tentar ajudar a descobrir o risco que a pessoa tem. Se não tem história de glaucoma na família, se não é diabético, não tem história de degeneração macular na família, um grau do olho saudável, então o risco de ter alguma confusão é pequeno” explica.

“Temos pacientes aqui na clínica com 25, 28 graus de miopia, diabetes descompensados há anos, e histórico de família de algumas doenças. Então só nesse bate papo inicial, sabendo das suas doenças do corpo, o grau do olho e a história da sua família, o oftalmologista já consegue ter uma ideia se você tem um risco maior ou menor de ter uma doença.”

O Prof. Dr. Rubens diz que na Clínica, entre 40 e 60 anos, se o paciente não está sentindo nada e enxerga bem dos dois olhos, eles sugerem que uma consulta a cada 2 anos é suficiente.  A partir dos 60 anos ele entende que é importante que você tenha um relacionamento mais próximo com seu oftalmologista exatamente por ele ser capaz de diagnosticar qualquer doença no começo.

  1. Estar atento à saúde do corpo – O Prof. Dr. Rubens reforça novamente que uma parte da saúde dos olhos, depende da saúde do corpo. Pressão alta descontrolada, diabetes descontrolada, outras alterações como por exemplo casos de câncer em outras partes do corpo, radioterapia, quimioterapia, esses pacientes precisam ser acompanhados mais de perto.
  2. Comparar a visão de cada olho separadamente“O cérebro é treinado para se tiver um probleminha em um olho, ele supre com o outro. Ele dá o exemplo de um paciente que estava no banho, caiu o shampoo no olho e a pessoa fica momentaneamente cega. Após alguns exames, percebe-se que o problema já era antigo. Só que a pessoa descobriu quando caiu o shampoo no olho bom. É curioso, mas o cérebro trabalha contra a gente. Uma vez por semana compara um olho com o outro. Fecha um, enxerga com o outro. Depois tampa o outro e compara. Claro, se piorou você precisa ir no oftalmologista.” orienta o Prof. Dr. Rubens.

Ele adiciona que ainda não há nenhuma evidência científica de que tomar vitaminas ou usar lentes especiais melhorem a saúde dos olhos. É cuidar da saúde do corpo e alertar o seu oftalmo se perceber que a visão de um dos seus olhos piorou.

Exames periódicos recomendados para pessoas acima de 50 anos

O Prof. Dr. Rubens explica que em uma consulta padrão, o oftalmologista vai:

  • medir a sua visão para ver se consegue melhorar o grau dos óculos
  • medir a pressão para ver se não tem o risco de ter glaucoma e
  • uma gotinha de colírio para dilatar a pupila para examinar o fundo do olho.

Dilatar a pupila é chato, a luz incomoda um pouco, mas por algumas horas. Isso permite que o oftalmologista examine a sua retina e garanta que está tudo bem. Esse é o exame básico. Claro, se ele examina a sua retina ou examina a sua pressão e encontra alguma coisa vai pedir mais exames específicos.

Vamos conhecer um pouco mais sobre o glaucoma

O Prof. Dr. Rubens explica que o glaucoma é o dano do nervo ótico normalmente desencadeado pela pressão do olho que está alta. Mesma coisa com a pessoa com glicemia alta no sangue que causa o diabetes.

O fator de risco do glaucoma é a pressão do olho.

A partir dos 40 anos, o oftalmo vai checar a pressão dos olhos. Se a pressão estiver normal, a pessoa não tem risco de ter glaucoma.

O grande problema do glaucoma é que ele não causa nenhum sintoma. A não ser que a pressão da pessoa vá a 70, ela vai ter uma dor brutal, perde a visão e vai imediatamente para o Pronto Socorro, mas isso acontece em poucos casos.

A maior parte das vezes, o glaucoma aumenta um pouco a pressão do olho e a pessoa não sente nada. Aí esse aumento da pressão por anos, vai machucar o nervo ótico e a pessoa começa a ter perda do campo visual.  E de novo, o cérebro engana a gente. Quando a pessoa vem para consulta e examinamos o fundo do olho, o paciente não percebe, mas já está com glaucoma.

“A gente consegue impedir dano adicional, mas não consegue devolver a fibra que o glaucoma lesou” afirma o Prof. Dr. Rubens.

“É uma doença muito dura. Porque às vezes o paciente chega aqui jovem com um olho muito doente pelo glaucoma, o outro olho começando a ter glaucoma. Se o tratamento der certo, a gente só consegue evitar que o paciente piore, mas não recupera o que o paciente perdeu. Isso demonstra a importância de deixar de ter esse diagnóstico.

O glaucoma comum, inicial ou intermediário não tem sintoma nenhum. Se o paciente não for ao oculista medir a pressão do olho e o oftalmo não fizer exames mais sofisticados, nem vai saber que o paciente tem glaucoma.”

O Prof. Dr. Rubens destaca que quando há o diagnóstico de glaucoma, o tratamento consiste em baixar a pressão do olho. Normalmente com colírio. Uma solução fácil para um problema tão grave. O paciente usa um colírio, há diferentes remédios, uma ou duas vezes por dia. E a doença para de progredir. Em casos mais graves, quando o colírio não resolve, pode ser necessária uma cirurgia no olho para baixar a pressão.

Se o tratamento tiver sucesso, o paciente deixa de perder visão. É por isso a importância de acompanhar, principalmente para quem tem histórico na família de glaucoma.

Há pessoa que usam muitos colírios e com corticoides que pode subir a pressão no olho. Pacientes que têm muita miopia tem risco maior de ter glaucoma então de novo, seu oftalmo vai bater papo para ver se a pessoa tem risco maior ou menor e medir a pressão, se necessário tratar.

Cuidados para quem fica muito tempo em frente ao computador, celular, TV

Prof. Dr. Rubens explica que estar muito tempo exposto as telas do computador, do celular, da TV e de outros aparelhos tendem a causar mais stress, as pessoas ficam mais cansadas e com os olhos mais ressecados.

“O uso do colírio não é preventivo, é para quem sente que os olhos estão mais ressecados, durante o dia ou até o final do dia, com aquela sensação de areia, o foco flutuando muito, o olho avermelhado, incomodando. A pessoa deve consultar o seu oftalmologista, mas de maneira geral 1 gota de colírio lubrificante várias vezes ao dia não tem problema nenhum. Afinal não tem como fugir da tela do computador, nem do celular” finaliza.

Mas o importante é ter momentos de break, intervalos ao longo do dia. Para, sai um pouco, caminha, olha para o horizonte. Em empresas, as pessoas faziam muito isso. Paravam, iam tomar um café, conversavam. Hoje nesse sistema de trabalho híbrido – home office e presencial, as pessoas ficam mais horas em frente ao computador o que acaba levando a uma secura maior dos olhos.

Isso não é uma doença, mas se a pessoa lubrificar os olhos e fizer essas pausas, vai ficar mais confortável.

Recomendações adicionais para as mulheres com mais de 50 anos

O Prof. Dr. Rubens detalha que as mulheres após os 50 anos têm uma tendência maior a ficar com os olhos secos. Há a questão da menopausa, e questões hormonais e daí a principal indicação para olho seco é o colírio lubrificante. Para pacientes que têm uma secura mais aguda, o oftalmologista pode indicar outros tratamentos específicos.

Alternar as lentes de contato com os óculos. É muito comum as mulheres brasileiras diferentemente de outros países não gostarem de óculos. “Muitas pacientes comentam que odeiam óculos e preferem lente de contato. Mas é importante alternar um pouco com os óculos para dar uma pausa nas lentes de contato. Quem usa muita lente de contato por muitas horas, apesar de não fazer mal para os olhos, mas tem uma tendência de o olho ficar mais sensível, intolerante a lente de contato.”

Dá uma pausa no olho, assiste tv, lê com óculos e dá um tempo para as lentes.

Além disso, é muito importante cuidar da saúde do corpo para ter visão suficiente até o final da vida.

Contatos do Prof. Dr. Rubens Belfort Neto:

e-mail: contato@clinicabelfort.com.br

Telefone: (55) 11 3062-0517

Assista o bate papo integral da nossa Fundadora Cintia Yamamoto com o Prof. Dr. Rubens Belfort Neto:

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